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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Vídeo: Encerramento dos 5º anos A, B e C (2013)

Em 2012, retornei a trabalhar na EMEB Prof. José Antônio Bortolozzo. Digo EMEB, pois se tornou Complexo só mais tarde. Em 2012, eu peguei os 4º anos A e B. Aprendemos um bocado. Brincamos outro tanto. Tínhamos os nossos acordos. E também tínhamos os presentinhos e as cartinhas.

Em 2013, além deles, ganhei o 5º ano C. E os gêmeos que tinham me deixado, veio de volta. E o mais importante: sei quem é quem agora. rs. E no 5º ano, em clima de despedida, pois muitos poderiam ir... 

Final de ano, e os professores tiveram a ideia de utilizar a música "A Paz" para encerrar o ciclo 1. Mas essa música já tinha sido utilizada no ano anterior... Mas, nenhuma obra é igual a outra e dessa vez fizemos o paralelo com a música "Heal de World".

Eis que o inglês entra em ação, isto é, a teacher que vos escreve. rs.

Conversei com eles sobre a música "Heal de World", sobre o Michael Jackson, sobre a adaptação que fizeram para o português... Enfim, todos precisam saber sobre a origem, certo?

Nós conversamos (os outros professores e eu), onde a parte em inglês entraria.

E ensaiamos.

E a aluna dizia:

" A teacher vai chorar no dia..."

E no dia eles cantaram em português. E seguiram cantando. Acabou a música. Todos aplaudiram. Mas a música ainda não acabou... E, diante das distrações, continuaram cantando, e sem ajuda da caixa de som, em inglês.

É ou não é para a gente se emocionar?

A gente tem nossos momentos de alegria, de tristeza... E esse amor e orgulho que sinto por eles permanece. Em 2016, continuaremos juntos. E no 8º ano!





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Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC) e em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). Conquista da Menção Honrosa e de Prêmios com o grupo Vibe Comunicação na UMC: Relatório Acadêmico "Do Fusca ao New Beetle: Trajetória de Campanhas (Menção Honrosa - 2009)"; Painel, Relatório e Campanha Alternativa "Marketing Esportivo no Futebol" (Prêmio Excelência - 2010); Painel e Campanha Publicitária "Associação Cultural Opereta" (Prêmio Excelência - 2011). Participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/UMC) com a pesquisa "Trajetória de campanhas do Fusca e o seu impacto sobre o consumidor" (2010/2011). Foi voluntária, de 2011 a 2013, como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Instituição Cultural Sem Fins Lucrativos Associação Cultural Opereta. Conquista do Prêmio (2011) e da Menção Honrosa (2012) no 7º e 8º Prêmio Mogi News/ Chevrolet de Responsabilidade Social com o Projeto "Passos da Paixão", da Associação Cultural Opereta. Recebeu convite e teve 10 poemas publicados na coletânea “Palavra é Arte”, da Cultura Editorial (2014). Atualmente desenvolve os blogs Anderson Borges, Balcão da Arte, Guitarra Flutuante e Joyce Gomes: Professora e Publicitária.

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Desenho e Painel sobre o Halloween, por Joyce Gomes

Em 2012 pesquisei sobre o Halloween e deparei-me com um artigo bem interessante que aborda esse tema. Disponibilizei o conteúdo no link Quem acredita em bruxas?, por Ana Lúcia Merege e E o Halloween?, por Ana Lúcia Merege.

O intuito da aula era abordar de maneira mais ampla possível sobre o assunto, já que há certos preconceitos religiosos relacionada ao tema. Então, batemos um breve papo sobre o assunto, citando até nomes de filmes e algumas músicas, e pedi para que eles representassem isso em forma de desenhos.

Fizemos uma pequena mostra de trabalhos e eles mesmos escolheram os melhores desenhos para ser postados no blog.

E eis aqui, finalmente, os desenhos sobre o "Halloween":



Participaram das atividades, os alunos do 4º ano A e B, 5º ano A, B, C e D, e 5 ª série A, B, C, D, E e H, da EMEB José Antônio Bortolozzo

Agora em 2013, próximo ao dia 31 de outubro, fizemos a mesma atividade, porém, dessa vez, expomos os desenhos no mural da escola.

Veja as fotos desses painéis abaixo:




Participaram das atividades, os alunos do 4º ano E, 5º ano A, B e C, e 6º ano C, E, F e G, do CEP Prof. José Antônio Bortolozzo.



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Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). Conquista da Menção Honrosa e de Prêmios com o grupo Vibe Comunicação na UMC: Relatório Acadêmico "Do Fusca ao New Beetle: Trajetória de Campanhas (Menção Honrosa - 2009)"; Painel, Relatório e Campanha Alternativa "Marketing Esportivo no Futebol" (Prêmio Excelência - 2010); Painel e Campanha Publicitária "Associação Cultural Opereta" (Prêmio Excelência - 2011). Participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/UMC) com a pesquisa "Trajetória de campanhas do Fusca e o seu impacto sobre o consumidor" (2010/2011). Finalizou recentemente o curso Elaboração de Materiais Didáticos com Recursos Tecnológicos e Produção de Conteúdo para Educação Online (SENAC/2013). Foi voluntária, de 2011 a 2013, como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Instituição Cultural Sem Fins Lucrativos Associação Cultural Opereta. Conquista do Prêmio (2011) e da Menção Honrosa (2012) no 7º e 8º Prêmio Mogi News/ Chevrolet de Responsabilidade Social com o Projeto "Passos da Paixão", da Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve os blogs Balcão da Arte, Guitarra Flutuante, Joyce Gomes: Professora e Publicitária.


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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O que é Estrangeirismo?, por Joyce Gomes

Atualmente, vemos várias palavras de origem inglesa sendo utilizada no cotidiano brasileiro. Esse empréstimo de palavras de uma língua para outra se chama "Estrangeirismo".

Ana Paula de Araújo (S/D) explica no site da Infoescola que

O estrangeirismo é um fenômeno linguístico que consiste no uso “emprestado” de uma palavra, expressão ou construção frasal estrangeira, em substituição de um termo na língua nativa. (...) Para que seja considerado uma figura de linguagem, é necessário que tenha valor estilístico para o texto, a palavra estrangeira deve ser conhecida e utilizada na língua nativa. (Araújo, S/D)

A autora complementa que 

No caso da língua portuguesa, existem muitos estrangeirismos vindos da língua inglesa, talvez seja essa a língua mais influente na atualidade por ser utilizada como língua universal. Este fato faz com que muitos produtos importados venham sempre com as informações e inglês, assim como internet, livros, moda etc. A influência da cultura não poderia deixar também de influenciar a linguagem. (Araújo, S/D)

Como observado, o Estrangeirismo é comumente encontrado em nossa língua. Partindo de um bate-papo sobre isso, durante a aula, os alunos levantaram vários exemplos de termos "incorporados a nossa língua" e que são facilmente encontrados no nosso cotidiano.

Partindo desse bate-papo, os alunos refletiram e buscaram outros exemplos de palavras inglesas incorporadas à língua portuguesa e montaram um "Pictionary".

Abaixo, segue alguns "Pictionaries" produzidos pelos alunos: 




E você? Quais os estrangeirismo lembra agora?


REFERÊNCIA

ARAÚJO, Ana Paula. Estrangeirismo. InfoEscola. Disponível em: <http://www.infoescola.com/linguistica/estrangeirismo/>. Acessado em: 26/08/2013. 19h39min.



Joyce Cristina Leme Gomes
Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). Conquista da Menção Honrosa e de Prêmios com o grupo Vibe Comunicação na UMC: Relatório Acadêmico "Do Fusca ao New Beetle: Trajetória de Campanhas (Menção Honrosa - 2009)"; Painel, Relatório e Campanha Alternativa "Marketing Esportivo no Futebol" (Prêmio Excelência - 2010); Painel e Campanha Publicitária "Associação Cultural Opereta" (Prêmio Excelência - 2011). Participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/UMC) com a pesquisa "Trajetória de campanhas do Fusca e o seu impacto sobre o consumidor" (2010/2011). Finalizou recentemente o curso Elaboração de Materiais Didáticos com Recursos Tecnológicos e Produção de Conteúdo para Educação Online (SENAC/2013). É voluntária, desde 2011, como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Instituição Cultural Sem Fins Lucrativos Associação Cultural Opereta. Conquista do Prêmio (2011) e da Menção Honrosa (2012) no 7º e 8º Prêmio Mogi News/ Chevrolet de Responsabilidade Social com o Projeto "Passos da Paixão", da Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve os blogs Associação Cultural Opereta, Balcão da Arte,Guitarra Flutuante, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Passos da Paixão.
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terça-feira, 19 de março de 2013

O grande dia, por Menahen David


Olá. Meu nome é José. Eu tenho 12 anos, e eu estudo na sexta série. Hoje é um dia especial para mim, na verdade, é um dia especial para toda a classe porque nossa classe entrou para a final do campeonato de futebol. 

Eu gosto de jogar videogame. Tenho muitos jogos legais de soccer

Quando eu vou jogar mini game no intervalo, é muito difícil arranjar um segundo player. Era só bater o sinal, e todos saíam atrás de uma bola. 

Um tempo depois, o diretor me escolheu para eu ser o técnico de soccer. Antes, me disseram que eu seria técnico por um dia, e eu pensei que isso era uma piada. 

Quando eu fui para o soccer's field no meu primeiro dia, eu vi que alguma coisa estava dando errado, pois todos os players eram desorganizados e eles não passavam a ball. Na realidade, pareciam 11 players jogando cada um por si e não pelo team

Então, eu fui dar técnicas, como passar a ball para o time ficar mais organizado. 

Na semana seguinte, os players estavam jogando como um team de verdade. Eles passavam a ball, marcavam muitos gols. Neste momento, eu percebi que eles jogavam como um team de verdade e que éramos invencíveis. 

Então, em todo intervalo, o team de soccer da escola ganhava todas dos teams adversários que vinham. 

Mas o mais importante foi que nós jogamos como uma equipe invencível. 

E, eu que nem podia correr atrás de uma ball, os meus conselhos funcionaram no final das contas. E eu fiquei muito feliz, pois finalmente trabalhei com o esporte que eu mais gostava: o soccer.


Menahen David, 12 anos. 
EMEB José Antônio Bortolozzo



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História realizada durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar e conhecer a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes. 



Joyce Cristina Leme Gomes 

Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). É voluntária como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Organização Não Governamental (ONG) Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve o blog da Associação Cultural Opereta, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Guitarra Flutuante.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Modern Art 4, por Joyce Gomes

Como comentei nos post anteriores (Modern Art 1, Modern Art 2 e Modern Art 3), há uma atividade na apostila da Positivo do 5º ano que pede para que os alunos façam um desenho relacionado a Arte Moderna (Modern Art).


Os alunos fizeram essa atividade em folha de sulfite. Depois disso, fizemos uma exposição interna na sala e eles escolheram as melhores artes para serem expostas nesse blog.


O que acha dessas artes?


Modern Art 4




Artistas:
Tamires Ribeiro, 10 anos.
Giovanna Silva, 10 anos.
Karollayny Casemiro, 10 anos.
Carlos Maurino, 10 anos.
Renata Nascimento, 10 anos.
Bianca Santos, 11 anos.
Guilherme Souza, 10 anos.
Anna Caroline Santos, 10 anos.
Brendo da Silva, 11 anos.
Pedro Santos, 10 anos.
Caroline Lima, 10 anos.
Beatriz Queiroz, 10 anos.
Murillo Faria, 10 anos.


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Desenhos realizado durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar, conhecer e expor sobre a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes.





Joyce Cristina Leme Gomes

Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). É voluntária como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Organização Não Governamental (ONG) Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve o blog da Associação Cultural Opereta, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Cantinho das Letras.






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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Modern Art 3, por Joyce Gomes

Como comentei num post anterior (Modern Art 1 e Modern Art 2), há uma atividade na apostila da Positivo do 5º ano que pede para que os alunos façam um desenho relacionado a Arte Moderna (Modern Art).

Os alunos fizeram essa atividade em folha de sulfite. Depois disso, fizemos uma exposição interna na sala e eles escolheram as melhores artes para serem expostas nesse blog.

O que acha dessas artes?



Modern Art 3

Artistas:
Amanda Carvalho, 10 anos.
Carina Oliveira, 10 anos.
Cristhian da Silva, 09 anos.
Diego dos Santos, 10 anos.
Erika Toledo, 10 anos.
Fanciele Santos, 10 anos.
Hitalo, Souza, 11 anos.
Larissa Teles, 10 anos.
Maria Luiza de Aquino, 09 anos.
Mariana da Silva, 10 anos.
Thais dos Santos, 09 anos.
Tainá Campos, 10 anos.
Thais Baiano, 10 anos.
Vitória da Silva, 10 anos.
Wendy Freitas, 10 anos.



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Desenhos realizado durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar, conhecer e expor sobre a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes.



Joyce Cristina Leme Gomes
Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). É voluntária como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Organização Não Governamental (ONG) Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve o blog da Associação Cultural Opereta, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Cantinho das Letras.


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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Modern Art 2, produzidos por alunos do 5º ano

Como comentei num post anterior (Modern Art), há uma atividade na apostila da Positivo do 5º ano que pede para que os alunos façam um desenho relacionado a Arte Moderna (Modern Art).

Os alunos fizeram essa atividade em folha de sulfite. Depois disso, fizemos uma exposição interna na sala e eles escolheram as melhores artes para serem expostas nesse blog.

Convido vocês a deixarem comentários a respeito dessas artes dessas crianças.


Modern Art 2

Artistas:
Talita Rosa, 10 anos.
Rafael Santos, 11 anos.
Nicole Oliveira, 10 anos.
Alexandra Moura, 10 anos.
Lavínia Silva, 10 anos.
Jenyfer Silva, 10 anos.
Kevin Santos, 10 anos.
Ernanda Rocha, 11 anos.

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Desenhos realizado durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar, conhecer e expor sobre a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes.




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terça-feira, 13 de novembro de 2012

O menino e o espantalho, por Kaio de Oliveira da Silva


                                          
Era uma vez um menino chamado João. Ele morava na fazenda com seu grandfather e ele sempre tinha que fazer todos os trabalhos da fazenda de segunda a sexta.  No sábado, ele saia para brincar com os bichos de lá. Ele, às vezes, brincava com o pig, dog, cat  noutras,  com   o  espantalho da horta.  João brincava e nessa brincadeira, seu melhor amigo imaginário era o espantalho.

Todos os dias, João rezava para ter um amiguinho real para brincar com ele na fazenda. E então, num belo dia, chegou um mago que atendeu ao seu desejo. O mago percebeu que João gostava muito do espantalho e, então, deu vida para ao seu amigo imaginário.   Depois disso, o Mago comentou ao espantalho que ele deveria ajudar João com os trabalhos da fazenda também. 

O espantalho estava todo contente e foi correndo contar a João. O menino abriu os olhos e tomou um baita susto quando viu o espantalho em pé ao lado de sua cama. João não acreditou no que viu e perguntou:

- É você mesmo? Você é o meu amigo espantalho da horta?

- Sou sim.

- Que legal! Quando você ainda não tinha vida, lhe chamava de espantalho... Mas agora você está vivo e precisa de um nome, por isso vou-lhe chamar de Gary.

Os dois se tornaram grandes amigos. A partir desse momento, eles se ajudavam nas tarefas da fazenda e brincavam depois, já quando não tinha mais nada para fazer.

Eles resolveram ir ao porão para ver o que tinha lá e acharam um mapa do tesouro e João leu para o espantalho:

- A gente tem que buscar as dicas para chegar ao tesouro.

O espantalho perguntou:

- Qual é a primeira dica?

O João respondeu:

- A dica diz “dar pasto para o horse”.

Os dois foram dar pasto para o horse e acharam outro pedaço do mapa.

- Olha...  Eu achei outro pedaço do mapa e aqui está escrito que a gente tem que pegar leite da cow.

Então, os dois foram buscar o leite da cow e acharam outro pedaço do mapa.

- Olha... Agora a gente tem que dar comida para os pigs.

Depois disso, eles acharam outro pedaço do mapa.

Depois de ter feito todos os trabalhos, eles acharam o tesouro, ficaram ricos – e sem ter que trabalhar. No final, viveram felizes para sempre.

The end.


Kaio de Oliveira da Silva, 9 anos
CEP José Antônio Bortolozzo

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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

"Modern Art",produzidos pelos alunos do 5º ano

Há uma atividade na apostila da Positivo do 5º ano que pede para que os alunos façam um desenho relacionado a Arte Moderna (Modern Art). Pedi para que eles fizessem esses desenhos numa folha de sulfite para fazer uma exposição em sala de aula. Após concluírem o desenho, fizemos uma breve exposição, permitindo com que eles votassem e escolhessem as melhores artes para ser expostas no blog.´Os desenhos aqui presentes foram eleitos unanimemente por essa turma para ser postado no blog Balcão da Arte. O que achou desses desenhos? Lindos, não é?


                   Modern Art
Artistas: 
Jade Soares, 10 anos.
Breno Fernandes, 11 anos.
Hany dos Santos, 10 anos.
Ingrid de Souza, 10 anos.
Thainá de Paula, 09 anos.
Beatriz da Silva, 10 anos.
Alice da Silva, 09 anos.
Camila dos Santos, 10 anos.
Gisely de Jesus, 12 anos.
Judite dos Santos, 10 anos.
Talita de Souza, 10 anos.


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terça-feira, 25 de setembro de 2012

O Homem Assombrado, por André de Souza Almeida




Eu me chamo João. Sou trabalhador, tenho uma família, filhos... Ultimamente andava muito estressado e sempre reclamava de tudo da minha vida, família, emprego, trânsito. Não estava contente com mais nada. Estava estressado com tudo. Quando digo tudo, é tudo mesmo. Estava estressado porque ganhava mal e por todos os outros problemas que foram surgindo na minha vida. Então, num dia descobri uma forma nova de me aliviar e comecei a falar bad words. E isso me aliviava, mas então percebi que estava falando constantemente.

Um dia eu acordei de manhã e percebi algo atrás de mim. Mas, toda vez que olhava para trás, essa coisa sumia. Porém, como a intensidade das bad words foram aumentando, essa coisa começou a marcar mais presença. Até que um dia permaneceu de vez atrás de mim. Toda vez que olhava para trás, via essa coisa atrás de mim. Ela estava atrás da minha porta, debaixo da minha cama...  Eu tentei mudar de casa, de emprego, me desestressar, mas não ajudou porque aquela coisa sempre me acompanhava.

Então, num belo dia, resolvi pedir ajuda a um especialista. Sabe, era um desses especialistas que cuida da cabeça da gente. Chegando lá, um motorista mal de volante me fechou e eu comecei a me estressar. Peguei o elevador para chegar ao terceiro andar, mas antes de adentrar nele, entrou outro homem e eu não pude entrar, pois estava lotado. Estava ficando enfurecido e, então me dei conta de que a coisa estava atrás de mim. Tomei o próximo elevador. A secretária me atendeu e logo entrei na sala do especialista.

- Bom dia João. Em que posso ajudá-lo?

- Doutor, eu ando muito estressado e isso já tem meses. No começo nada me acontecia, mas agora anda aparecendo cada coisa estranha atrás de mim. Como agora, doutor, o Hulk está aqui e ele quer bater no cara que fechou o meu carro no estacionamento, bem como naquele que ocupou o meu lugar no elevador.

- João, isso é fácil de resolver. Quando você perceber que está começando a se estressar e que vai falar uma bad word, fale uma dessas big words: “inconstitucionalissimamente”, “otorrinolaringofaringologista”, pneumoultramicroscopicos- silicovulcanoconiótico”, "dimetilamenofenildimetilpirazolona. Com exceção da primeira, todas as outras são relacionadas à saúde/ medicina...

- Mas, doutor, como eu vou me lembrar dessas palavras gigantescas?

- É simples, vou anotá-las na receita médica e você levará consigo para onde quer que vá. Quando acontecer algo que lhe desperte raiva, estresse etc. você pega esse papel e lê, sempre respirando tranquilamente, e esses sintomas desaparecerão.

João agradeceu e saiu do consultório mais descontraído, satisfeito... Logo quando chegou à calçada, trombou com uma mulher. Ela parecia bem estressada, pois falou qualquer coisa que ele não entendera, pois no mesmo instante, sentiu a raiva vir à tona e, então, pegou o papel e recitou a primeira palavra que o médico anotou.

Depois de alguns dias, João percebeu que, todas aquelas coisas que estavam atrás dele, desapareceram e ele estava tão feliz, tão tranquilo, como há anos não se sentia. E, então, notou que não precisava mais da receita do médico, pois já sabia se controlar sem precisar pronunciar aquelas big words.



André de Souza Almeida, 09 anos
CEP José Antônio Bortolozzo


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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Um estranho caso na forest, por Tatielly Alessia dos Santos



A teacher pediu para que a gente conversasse com nossos grandparents e pedisse a um deles para que nos contasse uma história que eles tenham vivenciado ou ouvido. Logo após isso, pedi ao meu grandpa para que me contasse uma pequena história. E assim aconteceu. Sentamos num sofá da casa dele. Ele começou a contar.

Disse que há muitos anos atrás, quando ainda morava na farm, ele ouvia comentários de que tinha um animal conhecido como o caboclinho ou catapora.

Contou que as pessoas nunca saiam à noite, mas quando precisavam ir para algum lugar, passavam perto de uma forest. Mas nem sempre podiam passar ao redor de lá, às vezes tinham que entrar para sair do outro lado. Disse que essas pessoas que saiam da house e tinham que entrar na forest, ouviam ruídos estranhos de passos de alguma pessoa ou animal. As pessoas que entraram na forest se assustavam e tentavam correr para fora dela, mas era impedido pelo caboclinho e, ele surrava os moradores da vila e o pior de tudo: quem apanhava não conseguia ver o agressor. O barulho da surra era imenso. Logo depois o silêncio caia, pois o bicho desaparecia e as pessoas do vilarejo iam à procura do desaparecido para socorrer. Algum tempo depois, a vítima era encontrada toda desesperada e machucada, pois apanhara muito com um chicote. 


Todos da redondeza ficaram muito assustados e mal saiam de suas houses à noite, pois evitavam se deparar com essa situação e até hoje, conta meu grandpa que, eles não sabem quem era o agressor. O que você acha que era?


Tatielly Alessia dos Santos, 10 anos
CEP José Antônio Bortolozzo


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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Dia do Easter, por Maria Luiza de Aquino


A teacher pediu para que escrevêssemos uma história que tivéssemos ouvido. Na época, eu estava meio sem ideias, mas como estava próximo do Easter, senti-me inspirada a escrever um pouquinho sobre isso.

Todos nós sabemos que celebramos o Easter anualmente, visto que isso é uma maneira de lembrarmos sobre a vida de Jesus Cristo, a sua passagem na Terra e a maneira como morreu, pois foi crucificado e depois ressuscitou para a alegria de seus discípulos.

Para mim, esse dia é diferente da maneira como é comemorada pelas demais pessoas, pois minha mom me ensinou que todos nós devemos realizar nosso Easter, isto é, pensar nas lições deixadas por Jesus e mudar nossas vidas, atitudes e pensamentos sempre para melhor assim como ele ensinou quando era vivo.

Na minha família nós comemoramos esse dia. Logo de manhã eu vou à igreja. Quando acaba a missa, eu vou para a casa para arrumar as coisas junto com a minha mom. Depois de ter terminado tudo, minha mom prepara o almoço. Almoçamos.  À tarde minha família e eu vamos para a casa da minha grandma. Chegando a casa dela, ela conta para nós que os coelhinhos passaram por lá e deixaram alguns ovos escondidos nos lugares menos esperados. Então, os meus cousins pequenos procuram e nós os ajudamos a achar essas delícias de chocolate pascoais.

Cada pessoa comemora esse dia de um jeito. A minha família comemora assim e eu gosto, pois é um dia em que posso encontrar meus parents, aunts e uncles, grandpas e grandmas, cousins e cousins, me descontrair e passar algum tempo com as pessoas que mais amo!

Maria Luiza de Aquino, 9 anos
CEP José Antônio Bortolozzo

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Joyce Cristina Leme Gomes
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sábado, 21 de julho de 2012

A casa assombrada, por Guilherme Oliveira Souza

Num belo dia, Jorge estava passeando pela rua e se deparou com uma casa meio estranha. Ele ficou intrigado, pois a casa era diferente das casas normais. Ele ficou curioso para ver como era dentro da casa. A sala da house estava com o vidro quebrado, cortina rasgada, guarda roupas cheias de teia de aranha e alguns caixões na sala. Na cozinha estava tudo quebrado e no quarto o colchão rasgado. 

Jorge, como era curioso, passeou por todos os cômodos. Mas, de repente, ouviu um barulho e de porta batendo. Correu para a sala para poder sair, mas quando se deparou com a porta, percebeu que ela estava trancada. Ele ficou assustado, pois sentiu a presença de alguma coisa na casa. A casa estava meio escura e percebeu um vulto negro passando próximo dele. Esse vulto estava se aproximando dele. Cada vez mais, chegava mais próximo. Como ia chegando mais, Jorge pode perceber que esse vulto estava vestindo uma capa negra e uma foice. 

Meu grandfather me disse que numa casa daqui da neighboorhood tinha um cemitério As pessoas enterradas nesse cemitério se levantavam e assombravam a house. Ele disse que nessa house morava um homem que matou essas pessoas cruelmente e estes mortos se levantavam de madrugada para se vingar desse man

Assustado, começou correr, porém o chão estava quebrado e ele caiu. A Death estava mais próxima do que nunca. As luzes se apagavam e acendiam. A Death se aproximava ainda mais. De repente, Jorge percebeu que a porta se abriu e uma claridade entrou por ela. No mesmo instante, ele viu a Death sumindo. No instante que a porta abriu, ele viu uma pessoa entrar. Era um garoto chamado Guilherme. Jorge, assustado, correu pela porta e gritou. 

- Corre! Corre! A Death está aqui! E ela vai vir atrás da gente se ficar mais tempo! 

E os três saíram correndo porta a fora. E foram mais longe possível. E, num dia, bem depois disso, Jorge passou pela rua, e viu um cara encapuzado olhando pela janela. Ele nem quis saber, começou a rezar mentalmente pedindo a Deus para que a Death não viesse atrás dele. Depois disso, nunca mais passou por lá para evitar ver aquela coisa correndo atrás dele novamente.

Guilherme Oliveira Souza, 10 anos
C.E.P José Antônio Bortolozzo

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História realizada durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar e conhecer a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes.

Joyce Cristina Leme Gomes
Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). É voluntária como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Organização Não Governamental (ONG) Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve o blog da Associação Cultural Opereta, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Cantinho das Letras.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Ana e os Índios, por Isabelle Martins Carvalho



Havia uma menina chamada Ana que estudava no 5º B da school Manuel Benedito. Um dia, os professores da school organizaram uma excursão para o lago para pescar alguns fishs e ela foi, mas o lago não tinha fish.

Uma hora, enquanto tentava pescar, percebeu que estavam se aproximando índios. Ficou com medo e se escondeu atrás de uma moita. Os índios começaram a fazer uma dança engraçada. E Ana observava a cena atrás dessa moita.  Ficou tão distraída com o que acontecia e não percebeu que um índio se aproximou do local onde ela estava e tocou-a no seu ombro para chamar a sua atenção. Ela ficou assustada e ele disse:

- Não se assuste, sou amigo... Venha tomar um lanche conosco na bonfire, venha. - e ela foi.

Chegando próximo da bonfire, Ana descobriu que ela era o lanche dos índios. Então, enquanto era cozinhada, juntou as batatas, mais uma linha de macarrão e montou o bonequinho dos índios. Como estavam todos na água do caldeirão, os índios começaram a sentir calor, tanto calor e a se derreter em suor. Chegaram num ponto insuportável... E a esperta da Ana, conseguiu driblar os índios que passavam mal, saiu do caldeirão e fugiu para a casa dela.

No instante seguinte acordou, sem saber se era realidade ou sonho. Parecia tudo tão real, mas tinha um ar misterioso. Sentiu um toque no ombro, então acordou e viu o rosto da teacher. Ainda estavam num lugar próxima do lago. Ela acordou assustada, ouviu a voz da teacher sair meio distorcida dizendo:

-Acorda dorminhoca, está na hora de ir embora!


Isabelle Martins Carvalho, 8 anos.
CEP José Antônio Bortolozzo

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História realizada durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar e conhecer a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes.


Joyce Cristina Leme Gomes
Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). É voluntária como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Organização Não Governamental (ONG) Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve o blog da Associação Cultural Opereta, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Cantinho das Letras.

sábado, 30 de junho de 2012

O Menino Esperto, por Pedro Paulo Rodrigues de Castro


                                                                                                      
Havia um menino que morava próximo da school. Seu nome era Harry. Ele gostava de ir para a school, mas não gostava de estudar. Ele era um garoto bem espertinho, porém ultimamente andava tirando nota baixa.

Um dia a mãe de Harry encontrou o boletim dele cheio de notas vermelhas. Então, a mother dele pediu para que ele estudasse mais para tirar notas boas e passar para o 5º ano.

Nesse mesmo dia, quando foi dormir, ele viu uma estrela cadente no céu. A mother dele havia contado noutro dia, que quando aparecia uma estrela cadente no céu, ele deveria fazer um pedido e este seria realizado futuramente. Então, ele viu a estrela e fez o seu pedido:

- Estrela, estrelinha cadente... Me ajuda a tirar nota 10!

Chegou logo a manhã seguinte. Harry foi para a school. A professora entregou o test para ser feito. Harry assinalou todas as respostas. A professora recolheu os tests e corrigiu ali na frente dele.

De repente, ele viu algo surpreendente acontecer. Percebeu que todas as respostas sumiram da folha. Em seguida apareceu um recado mágico dizendo. “Só ajudo a tirar a nota 10 se você estudar!” E o recado sumiu. Juntamente com o “0” marcado na folha pela professora, pois a resposta era mágica e ela não vira.

A professora deu uma segunda chance ao garoto. No dia seguinte deu um segundo test a ele, então, ele chegou a sua casa e esqueceu de estudar novamente. Dormiu, e foi para school, no dia seguinte, fazer o test e percebeu que acontecera a mesma coisa. Porém o recado dessa vez foi diferente “Você só vai tirar 10 quando você começar a estudar de verdade!”

Então, ele começou a estudar frequentemente, sempre depois da school. Até que chegou o dia de outro test. Pensou que as notas sumiriam novamente, mas não, a resposta continuou lá. A professora corrigiu e marcou a nota 10. Harry, quando viu a nota 10 escrita, viu um recado que logo em seguida sumiu. O recado dizia “Isso garoto! A gente só consegue algo se persistirmos nos nossos desejos e sonhos... Continue estudando e terá excelentes notas e passará para o 5º ano!”

Pedro Paulo Rodrigues de Castro, 9 anos
E.M.E.B Prof José Antônio Bortolozzo. 



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História realizada durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar e conhecer a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes.



Joyce Cristina Leme Gomes

Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). É voluntária como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Organização Não Governamental (ONG) Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve o blog da Associação Cultural Opereta, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Cantinho das Letras.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A Death e o ferreiro, por Vitória Aparecida Leite da Silva

Há muito tempo atrás, dois reinos vizinhos entraram em guerra. Foram tantas batalhas que a Death se cansou de trabalhar. Levava gente de manhã à noite, mesmo aos domingos. Quando tudo terminou, sete anos depois, a gadanha dela tinha perdido o fio e quebrado a ponta. 

Então a Death procurou um ferreiro, numa pequena aldeia, perto do último campo de batalha. Ele era um homem valente, não se assustou ao ver a Death parada na porta. 

- Já chegou a minha hora? 

- Não. Preciso dos seu serviços!!! 

A Death mostrou a gadanha. 

- Precisa de uma lâmina nova - O ferreiro disse - Vai demorar um pouco. É melhor a senhora se sentar. 

- Eu nunca sento. - A Death respondeu. 

Entregou a gadanha e ficou num canto confundida com as sombras. 

O ferreiro segurou a gadanha, sentiu o peso dele e disse: 

- Parece uma gadanha comum. 

- Na mão dos outro é uma gadanha comum. - a Death disse. 

O ferreiro trabalhou a noite toda. Pela madrugada, a gadanha estava com uma lâmina nova. Chegava a brilhar de tão afiada e pontuda. 

A Death saiu das sombras, pegou a gadanha, examinou-a. 

- Ficou muito bom ferreiro. Quanto lhe devo? 

- Nada. 

- Então, obrigado. Até outro dia! 

- Espere aí. Quero um favor em troca. 

A Death esperou. 

- Quero que a senhora me avise com antecedência quando morrerei para que eu possa me preparar pra minha hora. 

- Avisarei. - ela disse sem nem se virar, e sumiu na rua. 

Anos e anos se passaram. O ferreiro nunca mais teve notícias da Death. Na verdade até se esqueceu dela. 

Uma noite, voltando para casa, viu um brilho branco nas sombras. Eram os dentes da Death sob o capuz preto. O ferreiro disse: 

- Tudo bem?Veio me avisar? 

- Não. Vim buscá-lo. 

- Mas como?! A senhora prometeu que ia me avisar com antecedência! 

- Eu avisei... 

- Não recebi nenhum aviso. 

- Seus cabelos ficaram brancos? 

- Ficaram! 

- Seu rosto encheu de rugas? 

- Sim! 

- Suas pernas ficaram fracas? 

- Ficaram, estou até usando bengala! 

- Suas costas encurvaram? 

- Encurvaram! 

- Então, ferreiro? Quantos avisos mais você queria? 

- Mas, velho assim eu posso morrer com oitenta, com cem ou cento e vinte. Esses avisos não me servem. Quero com hora e lugar certo. 

- Está bem. Dentro de sete dias, aqui no jardim. - A Death disse e sumiu. 

O ferreiro ficou quieto, pensando. Sete dias não era muito. Precisava se apressar. 

Mas o ferreiro não se apressou. Nesses sete dias, fez o que sempre fazia, do jeito que fazia. Apenas passou o tempo com os netos, contando histórias. 

Quando o prazo se encerrou, ele estava no jardim, à espera da Death. 

Ele não disse nada. Ela também não disse nada. 

Foram andando juntos, como velhos amigos. 


Vitória Aparecida Leite da Silva, 10 anos. 
E.M.E.B Prof José Antônio Bortolozzo. 


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História realizada durante a aula de Inglês com o intuito de cultivar e conhecer a cultura local, sob orientação da Professora Joyce C. L. Gomes.


Joyce Cristina Leme Gomes
Professora da Rede de Ensino de Poá, Graduada em Letras (UBC), Graduando em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (UMC). É voluntária como Secretária na Diretoria Executiva, bem como na Comunicação da Organização Não Governamental (ONG) Associação Cultural Opereta. Atualmente desenvolve o blog da Associação Cultural Opereta, Joyce Gomes: Professora e Publicitária e Cantinho das Letras.