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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Agenda Cultural: Convite do Teatro da Neura

O Teatro da Neura está convidando os atores a participar da leitura dramática que ocorrerá no Espaço N de Arte e Cultura. 

Os encontros serão todas as segundas-feiras, das 19h às 22h no período de março a junho. Para maiores informações sobre o espaço e o Teatro da Neura, acesse: www.teatrodaneura.com




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terça-feira, 14 de julho de 2015

Agenda Cultural: 2ª Mostra de Cenas Curtas, no Espaço N de Arte e Cultura, em Suzano



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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Agenda Cultural: Quando o Mar de Tão Grande Virou Teto, em Poá





Sobre a Peça:
"Alceu nasceu duas vezes. Alcira se casa sábado e não tem vestido. Cecília promete coisa para o mar e não cumpre. Mariana mudou de cor com a irmã pra atravessar o mar. Um anjo caiu com a chuva e não quis virar sereia."

São algumas das histórias que compõe o novo universo do Teatro da Neura. A dramaturgia que segue a pesquisa da fé e religiosidade, dessa vez traz o Mar como seu universo cênico. O espetáculo criado para o espaço sede do grupo, mostra mais uma vez o ser humano em situações emergenciais e agora, através das “promessas que não foram cumpridas” apresenta um mundo com figuras alegóricas onde o mar tem vontade própria. 

"Alceu- Sou filho seu, minha mãe. 

Mãe-Era. Nasceu deu. Saiu morto daqui e foi filho morto meu por três dias. Só. Quando tu voltou vivo, voltou filho dela também. Dê seus jeitos. Te quero bem. Bem demais moleque. Tu ta pretejando e não tem juízo. É cheio de benção e não aprende. Vai e só volta com a vida delas. Entendeu? 

Alceu- Entendi..."



Sobre o Grupo:
Formado em 2004, o Teatro da Neura trabalha prioritariamente com dramaturgia própria baseada em conceitos sociais e comportamentais. Procura, através de suas pesquisas de linguagem cênica, desvendar como esses conceitos se enraizaram na sociedade e levantar uma reflexão compartilhada com o público em intervenções diretas e indiretas. Mesmo quando opta por encenar clássicos, o grupo se direciona para um processo de pesquisa e releitura das obras, com enfoque nas questões mais interiores e conflitantes do ser humano, buscando a simbologia implícita nos textos.

É no aprofundamento dessa observação que as contradições escancaram-se. Fica inevitável, portanto, utilizarmos como material de criação cênica e dramatúrgica conceitos morais, religiosos, sexuais e familiares, deixando que o público se identifique segundo suas próprias experiências.

De forte atuação no desenvolvimento artístico da cidade, participa do Coletivo Cênico de Suzano onde, junto com outros 10 grupos, trabalha para formar público e elevar a participação de artistas locais na política cultural tanto na cidade como na região do Alto Tietê. Dentre seus trabalhos que ainda inclui cenas curtas e apresentação de performances, estão os espetáculos:

Em maio de 2014, o Teatro da Neura completará 10 anos de existência, luta e pesquisa. Durante esse tempo, propôs novas estéticas de montagem, procurando sempre pensar o papel do artista na sociedade.



Ficha Técnica: 
Elenco: Aline Ribeiro, André Antero, Antônio Nicodemo, Cibele Zuchi, Fernanda Gomes, Lígia Berber, Lucas Cavalcante, Patrícia Faria.
Elenco Convidado: Conceni Paulina, Dora Nunes, Jéssica Nascimento, Lidiane Santos.
Elenco de Apoio: Amabile Luz e Tuane Vieira.
Direção de Cenas: Amabile Luz, Fernandes Junior, Tuane Vieira.
Direção Musical: Pedro Henrique Bristow.
Músicos: Cibele Zuchi, Edu Dias, Pedro Henrique Bristow.
Cenografia: Amabile Luz.
Produção Criativa: Amabile Luz e Jeff Rodrigues.
Assistentes de Produção: Camila Ribeiro, Edu Dias, Lígia Berber, Michel Galiotto, Pedro Gonçalves.
Iluminação: Carlos Rei
Direção Geral: Amabile Luz e Antônio Nicodemo
Dramaturgia: Antônio Nicodemo



Sobre o Serviço: 
O que é?: "Quando o Mar de Tão Grande Virou Teto".
Quando é?: 22 e  23 de fevereiro de 2013
Que horas?: 20h.
Quanto é?: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada)
Onde é?: Associação Cultural Opereta (vide endereço abaixo)
A partir de qual idade?: 14 anos
Contatos com o grupo: Blog: Teatro da Neura  e Blog da PeçaQuando o Mar de Tão Grande Virou Teto / Página no Facebook: Teatro da Neura / E-mail: contato@teatrodaneura.com



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Associação Cultural Opereta
Endereço: Rua Dr. Emílio Ribas,  168 - Vila Sopreter - Poá / Telefone: 11 4638-2700 / Blog: acopereta.blogspot.com / E-mail: acopereta@gmail.com / Facebook: Associação Cultural Opereta / Comunidade no Facebook: Associação Cultural Opereta Google Plus: Associação Cultural Opereta Comunidade no Google Plus: Associação Cultural Opereta Canal Youtube: acopereta / Twitter: @acopereta

 

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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Agenda Cultural: In Cena: Conexão Múltipla, em Suzano

"A festa não termina, um segredo ela tem 
A gente fica em festa até chegar o ano que vem 
Não vou perder este festão"

E nem você vai perder! 

Dia 6 de setembro, sexta agora, a partir das 17h.





















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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Agenda Cultural: Apresentação da peça "O Velório", em Suzano



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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O Dia que acordei e precisei renomear o mundo, por Antônio Nicodemo

Amigos

E é nessa quarta de cinzas, que tenho o orgulho de apresentar para vocês o novo trabalho que divido com meu amigo Horn Lima.
 

Os quadros a seguir, conta a história de Helena, que no auge dos seus aninhos tem a grande missão de renomear o mundo!
 

Boa Noite e Boa Leitura!

Antônio Nicodemo 


O dia que acordei e precisei renomear o mundo, por Antônio Nicodemo


Antônio Nicodemo
É ator e iniciou sua pesquisa como dramaturgo em 2004, aos dezessete anos, quando fundou a Cia Teatro da Neura, onde continua em pesquisa até hoje. Em 2011, iniciou suas experiências como diretor em A Menina da Cabeça de Bola (Prêmio Ensaiando Um Páis Melhor), e seguiu com a direção do novo espetáculo do grupo, O Velório (ProaC), onde também assina a dramaturgia. Atualmente, também mantém a página "Pra eu dormir" com contos, crônicas e pensamentos. Facebook: Antônio Lagreca Nicodemo.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Já percebeu como às vezes caímos nessa de mania de perseguição do destino?, por Antônio Nicodemo

Já percebeu como às vezes caímos nessa de mania de perseguição do destino?

Parece que tudo nasceu pra acontecer com a gente!

Não to falando de fatalidades, não. To falando desses detalhes que irritam de uma forma que...Nossa! É a p**** da goteira que sempre vai pingar em você. A goteira da frente do açougue é a que mais me irrita. As pombas que não desviam nunca a rota e se preciso te engolem voando, mas não desviam. Daí você prefere pensar que é muito amor do Espirito Santo e que é Deus te provando através de um rato com asinhas. A porra da faixa de pedestre que sua chinela vai escorregar. Não escorregou nem com a velhinha de sacola, nem com a menina de sapatilha de plástico... Mas com você, escorrega. 

Estava eu querendo cumprir a simples audácia de chegar até a estação quando me deparo com o palhaço que ta dançando na frente da ótica distribuindo pirulito. E ele vai mexer com quem na rua? Com você! E não adianta fingir demência ou a velha tática do "tô no celular". O palhaço vai parar você! Com aquele "pinta cara" escorrendo as 13h30m e você ainda consegue transitar pela crítica da "que maquiagem mal feita". Sorria, aceite o pirulito, talvez tenha que o abraçar e responder alguma besteira no microfone. Quem que gosta de ser exposto, caramba?

Juro que com todo o respeito que guardo aos moços da porta de ótica não consigo. Não p****! Que coisa chata! Daí você segue sua saga via estação e as pessoas seguem num ritmo de procissão admirável. Parece que eu consigo escutar a ladainha de tão pé anti pé que andam alguns. Daí tem o farol, a tia do milho que decide puxar o carrinho bem na hora que você ta passando. O fulano ou ciclano da época do colégio, que você já avistou a alguns metros e teve que segurar a sensação do “ainda não vi” até a hora do “oi” de milésimos de segundos. O outro palhaço da loja de eletro que sim, ele vai também mexer com você. Quando você começa a subir a passarela o trem sentido São Paulo já está saindo e você se lembra que viu no jornal que por problemas técnicos eles estão saindo de 30 em 30 minutos. Resolve sentar-se no banco recém reformado da plataforma e enquanto deixa de ficar p****, pensa que ok, tudo bem. Algumas coisas eu exagero mesmo. Sou meio dramático. E que estar no 12º dia sem fumar nem afetou meu humor. Que isso. Imagina.


Antônio Nicodemo
É ator e iniciou sua pesquisa como dramaturgo em 2004, aos dezessete anos, quando fundou a Cia Teatro da Neura, onde continua em pesquisa até hoje. Em 2011, iniciou suas experiências como diretor em A Menina da Cabeça de Bola (Prêmio Ensaiando Um Páis Melhor), e seguiu com a direção do novo espetáculo do grupo, O Velório (ProaC), onde também assina a dramaturgia. Atualmente, também mantém a página "Pra eu dormir" com contos, crônicas e pensamentos. Facebook: Antônio Lagreca Nicodemo.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Na brisa, por Fernandes Junior



Que a cultura sempre foi pauta secundária na agenda política brasileira já não é novidade. Mesmo com os avanços com o Ministério da Cultura no governo Lula, é perceptível que há algumas barreiras que precisam ser quebradas para que a arte efetivamente se desenvolva a partir de seus fazedores com o apoio do Estado e não sob a sua tutela/controle.

Mas talvez eu não tenha competência para desmembrar a política cultural nacional. Achando que eu possa fazer algumas considerações sobre a cultura regional (Alto Tietê e os reflexos da capital nisso), acho que seria prudente tecer alguns comentários que acho pertinente e assim prosseguirmos.

Fazer projeções é tarefa complexa, admito, mas pelo menos as impressões podem ou não ser sepultadas a partir das atitudes de seus atores.

O Alto Tietê vai mal de cultura! E quando digo cultura deixo claro que os seus fazedores estão na ativa, produzindo como dá, quando dá e com quem pode. Então não são deles que estou falando... por enquanto.

Hoje, aquele conceito do pão e circo não está mais descarado como antes. Ele está mais sutil. Mascaram as ninharias de políticas de balcão com boa vontade governamental ou dão outro nome mais pomposo na esperança de calarem seus fazedores. E está dando certo.

Cada vez mais somos ouvidos, mas estou começando a acreditar que é exatamente pra que os governantes decifrem nossas ansiedades, nossos desejos mais verdadeiros e traduzam para aquilo que lhes convém. E assim cooptam.

E em todo período eleitoral, caímos na ilusão novamente e nos dividimos e nos diluímos e nos esquecemos. Aceitamos a contradição como algo natural quando na realidade deveríamos crer na dialética. Ela sim nos faz avançar e partilhar lutas em comum mesmo nas diferenças mais bruscas.

Não é por maldade dos fazedores, mas é porque o apelo capitalista, com a ilusão que ele dá, causa uma certa nuvem nos olhos. Não vemos ainda que, (como exemplo) por mais que estamos abrindo os shows dos grandes eventos municipais e que isso dá certa visibilidade, o grande artista da indústria cultural ganha por vezes R$ 80.000,00 de cachê e os da cidade R$ 1.000,00 no máximo.

Vendem aí a ilusão de que isso ajuda o currículo do artista e blá blá blá. Não sei se o artista em questão acredita nisso, mas quem contrata com certeza não acredita. O que ele precisa é “anuvear” os olhos do artista local.

Isso se dará em todas as vertentes: literatura, dança, teatro, artes plásticas, vídeo e todas as ramificações que delas variam. Os tempos futuros tendem a ser da mesma forma. Essa ilusão de que nós, fazedores, estamos cada vez mais inclusos no pensamento de política pública, é falsa. Ainda estamos com as nuvens coloridas e sem cheiro do capitalismo... e estamos nessa brisa.

Fernandes Junior – diretor do Teatro da Neura e curioso 
20/11/2012



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Fernandes Junior

Licenciado e Bacharelado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi além de Tecnólogo em Teatro pelo Colégio Estrutural, é diretor do Teatro da Neura e também ator. Curioso em políticas públicas para as artes, escreve no blog Ato Falho, pensamentos sobre esses temas. Colabora para a direção em outros projetos além de tentar manter certo ativismo cultural. Facebook: Fernandes Junior.


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terça-feira, 20 de novembro de 2012

O Adeus, por Antônio Nicodemo.
















Poderia ter dado certo.

A questão é que nosso tempo não é o do outro.

Por mais que a gente queira ou tente, os ponteiros nunca batem.

Ela tinha sumido dos seus e assumido pra si a necessidade da espera. 

Era quase um posto ambulante, sem horário na agenda, sem tempo vago, crianças e senhoras tossindo e chorando no corredor, esperando pra medir a pressão e a temperatura antes de se receitar alguns dias de diclofenaco ou amoxicilina. Mas sem contar quinze dias pro retorno.

Caso não passasse, talvez teria de refazer a chapa dos pulmões ou coisa do tipo.

Lá estava ela. Doente de espera.

Desde que seus dias começaram a nascer de cesárea, ela tinha se entregue ao maldito leito do quase.

A procura de uma unidade de tratamento intensivo para as dores que seu corpo ganhara desde a magnífica ideia de se entregar, pulou de cômodo a cômodo da casa, com café, cigarro, e o box da maldita série que ela não consegue passar da segunda temporada.

Era o vigésimo primeiro dia desde a última quinta feira.

Acontece que as coisas crescem, se multiplicam, ganham força, intensidade, vontade, peso...

Estava sozinha novamente, e tinha medo.

Ela só queria ser o demônio de alguém.

Nem tudo está ao nosso alcance pequena, perceba, por mais doloroso que te seja.

Do que adianta ter um acúmulo de insônia para aquilo que talvez só esteja acordado pra você?

Deixa esse medo de lado.

O bom do medo é que ele faz coisas que até Deus duvida, e como você anda dependendo da vontade de Deus para as coisas...

O guardinha já tinha passado três vezes na rua, o corujão já subia os créditos pra em seguida começar o tele curso de ilustração e a única coisa que ela tinha conseguido era um esboço.

Não guardava mágoa, só queria uma forma rápida pra alimentar a cria dos novos dragões, precisava de algo instantâneo, mais rápido que miojo de preferência.

Ela continuava apaixonada.

Gostava de fechar os olhos e lembrar o tom da risada, os apelidos, lembrar como era bom trocar ideias e besteiras sem sentir vergonha, sem medo.

O bom, é que ela era capaz de fazer coisas que até Deus duvida, e como ela queria fugir da dependência de Deus, precisava ilustrar um motivo concreto antes da subida dos créditos.

Antônio Nicodemo



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Antônio Nicodemo
É ator e iniciou sua pesquisa como dramaturgo em 2004, aos dezessete anos, quando fundou a Cia Teatro da Neura, onde continua em pesquisa até hoje. Em 2011, iniciou suas experiências como diretor em A Menina da Cabeça de Bola (Prêmio Ensaiando Um Páis Melhor), e seguiu com a direção do novo espetáculo do grupo, O Velório (ProaC), onde também assina a dramaturgia. Atualmente, também mantém a página "Pra eu dormir" com contos, crônicas e pensamentos. Facebook: Antônio Lagreca Nicodemo. 

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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Agenda Cultural: Pouco Amor não é Amor (Teatro da Neura)

Homenagem do Teatro da Neura ao centenário do nascimento de Nelson Rodrigues. de 20 de julho a 12 de agosto em Suzano - SP www.facebook.com/teatrodaneura